domingo, julho 15, 2007

Review Dance Station

Foi tudo menos tempo e dinheiro perdido a deslocação a Lisboa afim de assistir a Dance Station.
Fica aqui uma breve descrição da forma como eu vi/senti esta bombástica noite que teve o seu ponto mais alto com( cmjá era esperado), Chemical Brothers.

««!!!»»- Com os graves a assumirem maior protagonismo que os próprios !!! confesso que não amei com deveria ter amado o concerto. Talvez tenha posto a fasquia muito alta mas a verdade é que esperava mais concerto e menos "cardinalismos" dos diversos elementos em palco. Talvez a hora que lhes foi imposta, como Nic Offer fez questão de furiosamente frisar, não tenha ajudado muito tanto a eles como a nós. Nota positiva contudo.

««Air»»- Concerto consistente fruto de uma vasta experiência e de um vasto reportório o que não permitiria o contrário. Inteligentes ao aperceberem-se que o seu último albúm não é nada de por ai além e a apoiarem-se muito nos grandes "hits" passados.

««Fischerspooner»»- Quanto a mim o 1º momento alto da noite. Foi a 1ª vez que os vi ao vivo e aqui sim, a fasquia tava bem alta. O concerto começou algo morno e acabou bem quente com direito a encore(raridade devido ao rigor dos horários). Apresentou um punhado de boas músicas novas que deixa antever um bom novo albúm. Para além da qualidade evidente musical, Casey Spooner faz-se acompanhar de 3 bailarinas com formação clássica que embelezam todo um espectáculo audio-visual. A não perder da próxima x que cá vierem.

««Chemical Brothers»»- Num excelente espaço (estação do Rossio) foi com "Galvanize" do albúm "Push the Button" que as hostes abriram no que viria a ser o melhor momento da noite. Um concerto que (deixem-me fazer a comparação) em tudo se parece com Daft Punk. Tanto a nível visual com grandes efeitos de laser, Robots e um grandioso video jamming que dá todo um sentido as suas (já por si) boas músicas.
Loucura Total?? "We are the Nigth"; "All Rigths Reversed" e "Saturate" com um hipnótico e fabuloso video jamming de bolas de tinta a explodir.



««Digitalism»»- Nota positiva para um bom concerto que não tinha como correr mal fruto do excelente albúm "Idealism". Confesso já um casaço evidente após tantas horas de concertos que não me deixaram curtir ainda mais do que devia Digitalism.

As minhas últimas palavras vão para a organização que esteve no seu melhor sem o minimo atraso nos concertos e com poucas filas para seja o que for.

terça-feira, julho 10, 2007

Bloguinho + ou - de Férias...

Peço desculpa aos nossos caríssimos leitores, que perdem algum do precioso tempo com este blogão, pela fraca assiduidade de posts a que se assiste. Deve-se ao facto de estarmos práticamente de férias. Momentos músicais futuros só mesmo uma idiossincrasia acerca do brilhante albúm dos Maps "We Can Create" e alguns Reviews de concertos que irei ver como é o caso"Dance Station"(sim, é verdade, eu tb vou finalmente ouvir Chk, Chk, Chk; Chemical Brothers entre outros) na estação so Rossio/Coliseu dos Recreios; e dos Arctic Monkeys no mesmo Coliseu. Tentarei tb estar presente em Paredes de Coura nem que seja apenas no dia dos Sonic Youth.
Resta-me desejar umas Boas Férias a toda a blogosfera e deixar aqui uma pequena amostra do que vai acontecer depois de amanha na Dance Station!!! Chemical com o seu novo e brilhante albúm "We are the Night":"Do it again"

Review Gilles Peterson Casa da Música.


Neste último sábado fiz-me deslocar a casa da música afim de ouvir Gilles Peterson. Foi a 2ª vez que ouvi este dj londrino mas foi a 1 vez que tive a oportunidade de o ouvir a tocar com discos emprestados por amigos. Isto deveu-se aos seus próprios discos terem ficado esquecidos num qlq aeroporto londrino vitima tlvz da enorme afluência a estes devido ao Live Earth. Posto isto quando cheguei a sala estava a tocar Heritage Orchestra composta por inúmeros membros, tlvz uns 12/13 de tenra idade, da qual apenas ouvi as 2 últimas músicas e gostei, comprei o albúm deles a saida e é uma perfeita desilusão. Esses só mm ao vivo. Bem, mas tava lá era para ver o Gilles, e esse não desilude, tanto em albúm (autor dos Worldwide) como ao vivo. Um set versátil, cheio de "good vibes" passando pela música brasileira, musica dos anos 60/70, e até uma espécie de merengue/salsa, que deu para algumas pessoas presentes fazerem o gostinho ao pé dançando a pares. Terminou quando foi obrigado a isso e teceu os habituais elogios ao público que ainda era bastante mas mm assim pouco para um dj desta craveira.

quinta-feira, junho 21, 2007

Gosto tanto, tanto disto!!


Dá uma vontade de dar um salto a uma disco/barengo e dar um pézinho de dança...
Simian Mobile Disco no myspace...
Simian Mobile Disco site oficial...

segunda-feira, junho 18, 2007

Ouvindo...



1- Digitalism - "Idealism"
2- Elliot Smith - "New Moon"
3- Husky Rescue - "Ghost Is Not Real"
4 - Ratatat - "Classics"

sexta-feira, junho 15, 2007

"Vaquinha" por Vilar de Mouros

Não é nenhuma supresa para mim mas festival de Vilar de Mouros não se vai realizar este ano. Sempre pensei q com tantos e bons festivais que há este ano por este pais fora, algum tinha de dar o "estouro", foi o V. de Mouros. E acabou qto a mim de uma forma que este histórico festival não merecia, com trocas de acusações e imputações de responsabilidades entre a autarquia e a organização(Porto Eventos). A organização diz: -"incompreensivel alheamento e mesmo marginalização do festival"; a autarquia diz:- "Tivemos várias reuniões com a organização e sempre nos manifestámos disponíveis para atribuir exactamente o mesmo apoio dos anos anteriores..." Nesta troca de acusações só nos resta aderir a petiçaoque circula na net afim de ambas as partes reconsiderarem e o festival ser realizado nem que seja apenas com grupos portugueses. Quem se quiser acusar pode fazê-lo aqui. Tenho sérias dúvidas que seja falta de dinheiro o problema...

terça-feira, junho 12, 2007

Festival Nokia Live a 12 de Julho.


Simian Mobile Disco......................... Chemical Brothers
Uma pergunta, porque é que eu não sou milionário ou não vivo por exemplo no deserto da margem sul?
Chemical Brothers, Simian Mobile Disco; Chk Chk Chk, Ficherspooner, Junior Boys e Tiga, falta alguém?? Assim de repente só tlvz MSTRKRFT...
A não perder...

sábado, junho 09, 2007

Chemical Brothers - "We are the Night"

E já lá vão 12 anos desde o lançamento do primeiro albúm deste duo Londrino e tudo parece que foi ontem. Parece que foi ontem que dançavamos nas discos temas como "Life is sweet" ou "Hey Boy Hey Girl" ou mais recentemente"Push the Button. Tenho a perfeita noção que eles não estão hoje em dia à frente do panorama electrónico nem do big beat mundial, contudo os chemical são apadrinhados ou se quiseremos "explicandos" dos grandes deuses e mestres da música electrónica, os Krafwerk. E só assim se explica que passados 12 anos o albúm "We are the Nigth" é um bom albúm, bem construido, passando não só pelas típicas batidas irresistiveis como também incorporando um lado pop bem afinado! Para apimentar o albúm o Tom Rowlands e Ed Simons fazem uma pareceria com quem está efectivamente à frente do panorama aqui falado, e convidam os Klaxons para fazer uma das mais belas músicas do albúm "All Rights Reversed". E para não restarem dúvidas que são antigos mas não leigos rodeiam-se novamente bem ao realizarem a última faixa com os Midlake que foi aqui considerado o 2º melhor albúm de 2006 com "Van Occupanther". Fica recomendado...
Site Oficial...
My Space...

"Dupla" BR101 agora também na rádio Universitária do Minho 97.5

Descrição do programa:
Visão periférica sobre a realidade da música brasileira.
Apresentação dos clássicos, consequente enquadramento e influências na dinâmica da música actual (brasileira e mundial).
Relatos das pequenas histórias que estão por trás das músicas, dos artistas, dos compositores, produtores, locais, etc.
Divulgação dos novos trabalhos emergentes na música contemporânea brasileira.
1ª parte- apresentação dos clássicos da bossa-nova e MPB
2ª parte- sonoridades mais dançáveis do funk ao Dn'B
Quando: Domingo 18h - 19h
Autoria: Ricardo Castro(indieozinho) e Filipe Neto

sexta-feira, junho 01, 2007

O Punk está vivo!!

Já à muito tempo que não ouvia uma banda punk tão consistente, o álbum que descobri através da MTV 2 já é do ano passado mas vale a pena para quem não conhece. Chamam-se Gallows e a música Abandon Ship.

quinta-feira, maio 31, 2007

"Bloc Play"

Bloc Party com Nelly Furtado(say ir right), com Gwen Stefanie, com Phil Collins nem reciclavel é.
Bloc Party VS Cold Play em "Hunting for Witches in my Place" não soa tão mal assim.
Clicka e comprava-o

Klaxons cancelam concerto na Casa da Música

Neste momento posso dizer que estou irritadissimo por ser do Norte. Não sei se é destes ares um pouco mais frios nortenhos mas o q é certo é que eles ficam todos doentes este ano. Já tinha acontecido com os CHK CHK CHK no Sá da Bandeira, agora também Jamie Reynolds, vocalista e baixista dos Klaxons tá com uma pneumonia...É a festa do cancelamento do concerto...
Jamie, boa altura para ficar doente...

quarta-feira, maio 30, 2007

Pudor por aqui?? Naa.......




Beth Ditto, é a voz dos "The Gossip" e é também a capa da NME deste mês.
Tenho dúvidas se gordura é formosura, mas que ela canta canta...!


"Standing in The Way of Control"

terça-feira, maio 29, 2007

Ouvindo...



1- Batlles - "Mirrored"
2- Simian Mobile - "It´s the Beat"
3- MSTRKRFT - "The Looks"
4- Maps - "We Can Create"

Atingimos a 1000 visitas....N sei se ei-de chorar ou rir, hehe!!!Poucos visitantes mas dos bons...

Mais um prémio para os Arctic...

Os "Ivor Novello Awards" honram todos os anos grupos britânicos e este ano o prémio de melhor albúm foi para os Arctic Monkeys com "Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”. Amy Winehouse teve as honras do prémio melhor música contemporânia com "Rehab."
Se houvese um prémio para a banda mais consistente em 2 albúns seguidos os Arctic eram candidatos na minha lista.
Site oficial Amy Winehouse...
Arctic monkeys site oficial...

domingo, maio 20, 2007

Bloc Party no Coliseu de Lisboa

Banquet

Foi um coliseu não esgotado, mas praticamente cheio, que recebeu ontem o primeiro concerto deste ano dos londrinos Bloc Party em solo nacional. A banda liderada por Kele Okereke deu uma lição de perfeccionismo e voltou a provar (depois de no ano passado ter deixado isso bem claro no festival Paredes de Coura) que ao vivo as suas canções crescem, encorpam e deixam qualquer um desarmado. As luzes apagam-se totalmente e é ainda no escuro que começa a agitação para receber entusiasticamente o grande protagonista da noite. Okereke e seus comparsas dão início ao concerto com «Song for Clay (Disappear Here)», tema de abertura de A Weekend in the City , segundo e mais recente álbum de originais. Os strobes pintam o coliseu de vermelho e a bateria poderosa deixa bem claro que os Bloc Party não estão ali para brincadeiras. Ao tenso e agressivo «Positive Tension» sucede o mais intimista «Blue Light», nos dois primeiros momentos dedicados ao álbum de estreia da banda.Sem quaisquer problemas em despachar grandes canções logo no início dos concertos – apesar de deixarem claro que qualquer canção sua passa a ser uma grande canção ao vivo – a banda serve de rajada o brilhante «Hunting for Witches» e o orgásmico «Banquet» (com «Waiting for the 7.18» a aligeirar os ânimos pelo meio). Entre o pulsar das luzes e palmas a tentar encontrar o ritmo, o chão vai oscilando em ondas de energia quando os temas fazem saltar. É nessas alturas que os Bloc Party parecem uns polidos e bem comportados Nirvana para os adolescentes do novo milénio. O apelativo hino «This Modern Love» chega depois de «Where is Home?» e de a voz (às vezes inaudível e imperceptível) de Kele Okereke anunciar que esta é «a forma perfeita de terminar a nossa digressão europeia». Sem descanso e para agitar ainda mais os ânimos, irrompe o catártico e poderoso «The Prayer», primeiro single de A Weekend in the City . Aos espasmos de «Uniform», sucedem-se dois novos recuos no tempo com os celebrados «So Here We Are» e «Like Eating Glass». A banda sai de palco num repente, mas deixa as luzes acesas.«I Still Remember», segundo single do novo álbum, traz uns Bloc Party mais intimistas de volta, mas logo o ambiente torna a aquecer com «She’s Hearing Voices». Depois de «Sunday» chegam os agradecimentos e o primeiro anúncio do final do concerto. O agressivo e contagiante «Helicopter» revela-se impróprio para epilépticos e empurra a banda novamente para fora de palco. Mas o derradeiro momento de uma actuação equilibrada, que contemplou todos os momentos altos dos dois álbuns da banda e fez com que ninguém pudesse sair a dizer: «faltou esta ou aquela canção», chegou com o desenfreado «Pioneers». Os Bloc Party regressam (efectivamente) em breve. Fonte Blitz.
Ficam aqui algumas fotos gentilmente cedidas pela prima do clonixx:

quarta-feira, maio 16, 2007

segunda-feira, maio 14, 2007

Ouvindo...





1- Feist - "The Reminder"
2- Regina Spektor - "Begin to Hope"
3- Tarwater - "Spider Smile"
4- Electrane - "No Shouts, no Calls"
5- The Apples in Stereo - "New Magnetic Wonder"
6- ShitDisco - "Reactor Party"
7- "Field Music" -"Tones Of Town"
8- Lullatone - "Plays Pajama Pop Pour Vous"

sábado, maio 05, 2007

Hoje, 5 de Maio na casa da música - Clubbing - Marcos Valle + Kassin (+ 2) + Sonic Junior + Chapa da Lapa

Esta edição do Clubbing é marcada pelos sons vindos do Brasil, começando desde logo com um nome histórico do período pós-bossa-nova. Marcos Valle destacou-se em primeiro lugar como compositor, afirmando-se depois como uma das figuras chave da «diáspora» musical brasileira nos anos 70. Volta à ribalta mais recentemente com o chamado drum'n'bossa e dedicando o seu último disco à música puramente instrumental. O trio formado por Alexandre Kassin, Domenico Lancelloti e Moreno Veloso assume três versões diferentes, cada uma liderada por um dos músicos. Kassin + 2 é a mais recente encarnação do grupo, que apresenta sonoridades tão variadas como o rock, a bossa, as baladas ou temas dançáveis, sempre unificadas por uma roupagem homogénea e muito actual. De São Paulo e com a missão clara de pôr o público a dançar vem Sonic Junior. Os sons electrónicos da Groovebox são o ponto de partida, a que se juntam as sonoridades orgânicas da voz, bateria e percussões do protagonista único, Juninho, numa combinação de electrónica com samba, funk «old school» e dub da Jamaica. No Bar 2, é Chapa da Lapa quem assegura o DJ set.