Não é nenhuma supresa para mim mas festival de Vilar de Mouros não se vai realizar este ano. Sempre pensei q com tantos e bons festivais que há este ano por este pais fora, algum tinha de dar o "estouro", foi o V. de Mouros. E acabou qto a mim de uma forma que este histórico festival não merecia, com trocas de acusações e imputações de responsabilidades entre a autarquia e a organização(Porto Eventos). A organização diz: -"incompreensivel alheamento e mesmo marginalização do festival"; a autarquia diz:- "Tivemos várias reuniões com a organização e sempre nos manifestámos disponíveis para atribuir exactamente o mesmo apoio dos anos anteriores..." Nesta troca de acusações só nos resta aderir a petiçaoque circula na net afim de ambas as partes reconsiderarem e o festival ser realizado nem que seja apenas com grupos portugueses. Quem se quiser acusar pode fazê-lo aqui. Tenho sérias dúvidas que seja falta de dinheiro o problema...
sexta-feira, junho 15, 2007
terça-feira, junho 12, 2007
Festival Nokia Live a 12 de Julho.


Simian Mobile Disco......................... Chemical Brothers
Uma pergunta, porque é que eu não sou milionário ou não vivo por exemplo no deserto da margem sul?
Chemical Brothers, Simian Mobile Disco; Chk Chk Chk, Ficherspooner, Junior Boys e Tiga, falta alguém?? Assim de repente só tlvz MSTRKRFT...
A não perder...
sábado, junho 09, 2007
Chemical Brothers - "We are the Night"
E já lá vão 12 anos desde o lançamento do primeiro albúm deste duo Londrino e tudo parece que foi ontem. Parece que foi ontem que dançavamos nas discos temas como "Life is sweet" ou "Hey Boy Hey Girl" ou mais recentemente"Push the Button. Tenho a perfeita noção que eles não estão hoje em dia à frente do panorama electrónico nem do big beat mundial, contudo os chemical são apadrinhados ou se quiseremos "explicandos" dos grandes deuses e mestres da música electrónica, os Krafwerk. E só assim se explica que passados 12 anos o albúm "We are the Nigth" é um bom albúm, bem construido, passando não só pelas típicas batidas irresistiveis como também incorporando um lado pop bem afinado! Para apimentar o albúm o Tom Rowlands e Ed Simons fazem uma pareceria com quem está efectivamente à frente do panorama aqui falado, e convidam os Klaxons para fazer uma das mais belas músicas do albúm "All Rights Reversed". E para não restarem dúvidas que são antigos mas não leigos rodeiam-se novamente bem ao realizarem a última faixa com os Midlake que foi aqui considerado o 2º melhor albúm de 2006 com "Van Occupanther". Fica recomendado...Site Oficial...
My Space...
"Dupla" BR101 agora também na rádio Universitária do Minho 97.5
Descrição do programa:
Visão periférica sobre a realidade da música brasileira.
Apresentação dos clássicos, consequente enquadramento e influências na dinâmica da música actual (brasileira e mundial).
Relatos das pequenas histórias que estão por trás das músicas, dos artistas, dos compositores, produtores, locais, etc.
Divulgação dos novos trabalhos emergentes na música contemporânea brasileira.
1ª parte- apresentação dos clássicos da bossa-nova e MPB
2ª parte- sonoridades mais dançáveis do funk ao Dn'B
Quando: Domingo 18h - 19h
Autoria: Ricardo Castro(indieozinho) e Filipe Neto
Visão periférica sobre a realidade da música brasileira.
Apresentação dos clássicos, consequente enquadramento e influências na dinâmica da música actual (brasileira e mundial).
Relatos das pequenas histórias que estão por trás das músicas, dos artistas, dos compositores, produtores, locais, etc.
Divulgação dos novos trabalhos emergentes na música contemporânea brasileira.
1ª parte- apresentação dos clássicos da bossa-nova e MPB
2ª parte- sonoridades mais dançáveis do funk ao Dn'B
Quando: Domingo 18h - 19h
Autoria: Ricardo Castro(indieozinho) e Filipe Neto
sexta-feira, junho 01, 2007
O Punk está vivo!!
Já à muito tempo que não ouvia uma banda punk tão consistente, o álbum que descobri através da MTV 2 já é do ano passado mas vale a pena para quem não conhece. Chamam-se Gallows e a música Abandon Ship.
quinta-feira, maio 31, 2007
"Bloc Play"
Bloc Party com Nelly Furtado(say ir right), com Gwen Stefanie, com Phil Collins nem reciclavel é.
Bloc Party VS Cold Play em "Hunting for Witches in my Place" não soa tão mal assim.
Clicka e comprava-o
Bloc Party VS Cold Play em "Hunting for Witches in my Place" não soa tão mal assim.
Clicka e comprava-o
Klaxons cancelam concerto na Casa da Música
Neste momento posso dizer que estou irritadissimo por ser do Norte. Não sei se é destes ares um pouco mais frios nortenhos mas o q é certo é que eles ficam todos doentes este ano. Já tinha acontecido com os CHK CHK CHK no Sá da Bandeira, agora também Jamie Reynolds, vocalista e baixista dos Klaxons tá com uma pneumonia...É a festa do cancelamento do concerto...
Jamie, boa altura para ficar doente...
Jamie, boa altura para ficar doente...
quarta-feira, maio 30, 2007
Pudor por aqui?? Naa.......

Beth Ditto, é a voz dos "The Gossip" e é também a capa da NME deste mês.
Tenho dúvidas se gordura é formosura, mas que ela canta canta...!
"Standing in The Way of Control"
terça-feira, maio 29, 2007
Ouvindo...
Mais um prémio para os Arctic...
Os "Ivor Novello Awards" honram todos os anos grupos britânicos e este ano o prémio de melhor albúm foi para os Arctic Monkeys com "Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”. Amy Winehouse teve as honras do prémio melhor música contemporânia com "Rehab."Se houvese um prémio para a banda mais consistente em 2 albúns seguidos os Arctic eram candidatos na minha lista.
Site oficial Amy Winehouse...
Arctic monkeys site oficial...
domingo, maio 20, 2007
Bloc Party no Coliseu de Lisboa
Banquet
Foi um coliseu não esgotado, mas praticamente cheio, que recebeu ontem o primeiro concerto deste ano dos londrinos Bloc Party em solo nacional. A banda liderada por Kele Okereke deu uma lição de perfeccionismo e voltou a provar (depois de no ano passado ter deixado isso bem claro no festival Paredes de Coura) que ao vivo as suas canções crescem, encorpam e deixam qualquer um desarmado. As luzes apagam-se totalmente e é ainda no escuro que começa a agitação para receber entusiasticamente o grande protagonista da noite. Okereke e seus comparsas dão início ao concerto com «Song for Clay (Disappear Here)», tema de abertura de A Weekend in the City , segundo e mais recente álbum de originais. Os strobes pintam o coliseu de vermelho e a bateria poderosa deixa bem claro que os Bloc Party não estão ali para brincadeiras. Ao tenso e agressivo «Positive Tension» sucede o mais intimista «Blue Light», nos dois primeiros momentos dedicados ao álbum de estreia da banda.Sem quaisquer problemas em despachar grandes canções logo no início dos concertos – apesar de deixarem claro que qualquer canção sua passa a ser uma grande canção ao vivo – a banda serve de rajada o brilhante «Hunting for Witches» e o orgásmico «Banquet» (com «Waiting for the 7.18» a aligeirar os ânimos pelo meio). Entre o pulsar das luzes e palmas a tentar encontrar o ritmo, o chão vai oscilando em ondas de energia quando os temas fazem saltar. É nessas alturas que os Bloc Party parecem uns polidos e bem comportados Nirvana para os adolescentes do novo milénio. O apelativo hino «This Modern Love» chega depois de «Where is Home?» e de a voz (às vezes inaudível e imperceptível) de Kele Okereke anunciar que esta é «a forma perfeita de terminar a nossa digressão europeia». Sem descanso e para agitar ainda mais os ânimos, irrompe o catártico e poderoso «The Prayer», primeiro single de A Weekend in the City . Aos espasmos de «Uniform», sucedem-se dois novos recuos no tempo com os celebrados «So Here We Are» e «Like Eating Glass». A banda sai de palco num repente, mas deixa as luzes acesas.«I Still Remember», segundo single do novo álbum, traz uns Bloc Party mais intimistas de volta, mas logo o ambiente torna a aquecer com «She’s Hearing Voices». Depois de «Sunday» chegam os agradecimentos e o primeiro anúncio do final do concerto. O agressivo e contagiante «Helicopter» revela-se impróprio para epilépticos e empurra a banda novamente para fora de palco. Mas o derradeiro momento de uma actuação equilibrada, que contemplou todos os momentos altos dos dois álbuns da banda e fez com que ninguém pudesse sair a dizer: «faltou esta ou aquela canção», chegou com o desenfreado «Pioneers». Os Bloc Party regressam (efectivamente) em breve. Fonte Blitz.
Ficam aqui algumas fotos gentilmente cedidas pela prima do clonixx:



Foi um coliseu não esgotado, mas praticamente cheio, que recebeu ontem o primeiro concerto deste ano dos londrinos Bloc Party em solo nacional. A banda liderada por Kele Okereke deu uma lição de perfeccionismo e voltou a provar (depois de no ano passado ter deixado isso bem claro no festival Paredes de Coura) que ao vivo as suas canções crescem, encorpam e deixam qualquer um desarmado. As luzes apagam-se totalmente e é ainda no escuro que começa a agitação para receber entusiasticamente o grande protagonista da noite. Okereke e seus comparsas dão início ao concerto com «Song for Clay (Disappear Here)», tema de abertura de A Weekend in the City , segundo e mais recente álbum de originais. Os strobes pintam o coliseu de vermelho e a bateria poderosa deixa bem claro que os Bloc Party não estão ali para brincadeiras. Ao tenso e agressivo «Positive Tension» sucede o mais intimista «Blue Light», nos dois primeiros momentos dedicados ao álbum de estreia da banda.Sem quaisquer problemas em despachar grandes canções logo no início dos concertos – apesar de deixarem claro que qualquer canção sua passa a ser uma grande canção ao vivo – a banda serve de rajada o brilhante «Hunting for Witches» e o orgásmico «Banquet» (com «Waiting for the 7.18» a aligeirar os ânimos pelo meio). Entre o pulsar das luzes e palmas a tentar encontrar o ritmo, o chão vai oscilando em ondas de energia quando os temas fazem saltar. É nessas alturas que os Bloc Party parecem uns polidos e bem comportados Nirvana para os adolescentes do novo milénio. O apelativo hino «This Modern Love» chega depois de «Where is Home?» e de a voz (às vezes inaudível e imperceptível) de Kele Okereke anunciar que esta é «a forma perfeita de terminar a nossa digressão europeia». Sem descanso e para agitar ainda mais os ânimos, irrompe o catártico e poderoso «The Prayer», primeiro single de A Weekend in the City . Aos espasmos de «Uniform», sucedem-se dois novos recuos no tempo com os celebrados «So Here We Are» e «Like Eating Glass». A banda sai de palco num repente, mas deixa as luzes acesas.«I Still Remember», segundo single do novo álbum, traz uns Bloc Party mais intimistas de volta, mas logo o ambiente torna a aquecer com «She’s Hearing Voices». Depois de «Sunday» chegam os agradecimentos e o primeiro anúncio do final do concerto. O agressivo e contagiante «Helicopter» revela-se impróprio para epilépticos e empurra a banda novamente para fora de palco. Mas o derradeiro momento de uma actuação equilibrada, que contemplou todos os momentos altos dos dois álbuns da banda e fez com que ninguém pudesse sair a dizer: «faltou esta ou aquela canção», chegou com o desenfreado «Pioneers». Os Bloc Party regressam (efectivamente) em breve. Fonte Blitz.
Ficam aqui algumas fotos gentilmente cedidas pela prima do clonixx:



quarta-feira, maio 16, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Ouvindo...
sábado, maio 05, 2007
Hoje, 5 de Maio na casa da música - Clubbing - Marcos Valle + Kassin (+ 2) + Sonic Junior + Chapa da Lapa
Esta edição do Clubbing é marcada pelos sons vindos do Brasil, começando desde logo com um nome histórico do período pós-bossa-nova. Marcos Valle destacou-se em primeiro lugar como compositor, afirmando-se depois como uma das figuras chave da «diáspora» musical brasileira nos anos 70. Volta à ribalta mais recentemente com o chamado drum'n'bossa e dedicando o seu último disco à música puramente instrumental. O trio formado por Alexandre Kassin, Domenico Lancelloti e Moreno Veloso assume três versões diferentes, cada uma liderada por um dos músicos. Kassin + 2 é a mais recente encarnação do grupo, que apresenta sonoridades tão variadas como o rock, a bossa, as baladas ou temas dançáveis, sempre unificadas por uma roupagem homogénea e muito actual. De São Paulo e com a missão clara de pôr o público a dançar vem Sonic Junior. Os sons electrónicos da Groovebox são o ponto de partida, a que se juntam as sonoridades orgânicas da voz, bateria e percussões do protagonista único, Juninho, numa combinação de electrónica com samba, funk «old school» e dub da Jamaica. No Bar 2, é Chapa da Lapa quem assegura o DJ set.
quarta-feira, abril 25, 2007
Ouvindo...
quinta-feira, abril 19, 2007
Review Patrick Wolf no Theatro de Circo
Pelo que li do concerto no Lux, Patrick Wolf fechou hoje com chave de ouro uma mini "tournée" por Portugal. Com a sua banda composta por 3 instrumentistas e 1 responsável pela parte electrónica deram um verdadeiro prova de como se faz um excelente concerto em pouco mais de 60 minutos. A extrema versatilidade da sua voz permite-lhe tocar músicas melódicas lindissimas como a "Magpie" ou "The Stars" e tb cantar músicas um pouco mais agressivas mas nem por isso com menos qualidade.Patrick é só por ele uma figura ousada de aparência (por exemplo tocou de meias e todas rotas) e age em palco como tal. Talvez por isso mesmo o público reagiu positivamente a excentricidade e a partir da música "the magic position" o concerto foi basicamente de pé e a dançar, com a banda a fazer posteriormente 2 encores que fez as delicias dos muitos que entretanto saltaram para frente do palco. Patrick agradeceu, gostou e prometeu voltar, a nós só nos resta esperar. Seguramente o melhor concerto 2007 até a data.
quarta-feira, abril 18, 2007
Este ano até George Michael !!

Já diz o ditado, "Não há fome que não dê em fartura..." e a ver pela fartura de concertos que temos cá este ano prevejo que o próximo ano vai ser a pão e água! Este grande incon dos anos 80/90 que já vendeu uns impressionantes 80 milhoes de albúns, irá actuar a 12 de Maio no Estádio Municipal de Coimbra e vai com toda a certeza ser um bom concerto (para quem aprecia G.M, eu nem por isso) visto ser a 1 vez que actua em Portugal.
Site oficial...
Ouvindo...
segunda-feira, abril 16, 2007
Amon Tobim - Foley Room
Lançado a 6 de Março de 2007, mais recente albúm de Amon Tobim, vêm acrescentar qualquer coisa ao panorama electrónico/dub/drum and bass. Sim, parece estranho mas este senhor nascido no Rio de Janeiro, vai a todos estas correntes e passa no exame com distinção e sem ser ao Domingo. O conjunto de sons minimalistas que são imagem de marca do albúm, foram retirados das ruas através de microfones de alta sensibilidade podendo assim ouvir-se coisas estranhissimas como aranhas a comer relva, pessoas a cantar no banho, gatos a comer ratos e por ai...E fazer música deste conjunto de "ruidos"? É aqui que entra todo um saber de conjugação e montagem de samples e sons digitais inserido numa vertente drum´n bass que considero absolutamente única e genuina. Até agora o melhor do género e top 10 2007 quase de certeza.
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